Nossa História
Conteúdo:
- Precursores do Congregacionalismo
- Congregacionalismo Brasileiro
- História da Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá
Precursores do Congregacionalismo
- Reforma Protestante
No final da idade média, aconteceram diversos movimentos de reforma espiritual na igreja católica, porém todos eles foram combatidos de forma violenta e todos careciam de apoio político para que pudessem permanecer.

Lutero
No início do século XVI, porém, algumas iniciativas de reforma da igreja tiveram êxito em diversas localidades da Europa. A Reforma do século XVI pode ser dividido em quatro movimentos principais: a reforma luterana (Martinho Lutero e Phillip Melanchton), a reforma anglicana (Henrique VIII e Thomas Cranmer), a reforma “reformada” (Ulrico Zwinglio e João Calvino) e a reforma radical (Menno Simons e Jacob Hutter).

João Calvino
Como congregacionais somos herdeiros da reforma “reformada” ou calvinista. O primeiro nome deste movimento foi Ulrico Zwinglio, que liderou a reforma em Zurich (Suíça), mas o personagem mais importante foi João Calvino que, apesar de ser francês, trabalhou em Genebra durante a maior parte de sua vida. Este movimento não se restringiu à Suíça, mas se espalhou por vários países da Europa rapidamente, chegando à Escócia, Holanda e a partes de Irlanda, Alemanha, França e do Leste Europeu. São fruto deste movimento, além dos congregacionais também os presbiterianos, os reformados e, em parte, os batistas.
- Movimento Puritano

Jonathan Edwards
A reforma feita por Henrique VIII na Inglaterra não foi por razões religiosas, mas pessoais e políticas. Apesar disso, o simples fato de não mais seguir as diretrizes romanas abriu espaço para profundas influências dos movimentos que ocorriam no continente. O movimento puritano surgiu destas influências, principalmente a calvinista. Entre os puritanos, havia um grupo que defendia a separação entre igreja e Estado (chamados separatistas). Eles iniciaram igrejas de regime presbiteriano e também igrejas com regime congregacionalista, de onde se originam os congregacionais e os batistas particulares. Os primeiros grupos a seguir este modelo remontam à cidade de Londres no ano de 1567. O congregacionalismo puritano contou com diversos personagens de destaque como Oliver Cromwell, John Owen, os “Pais Peregrinos” e Johnatan Edwards. Muitos fugiram para as colônias inglesas na América, onde fundaram as famosa universidades de Harvard e de Yale.
- Missões do Século XIX
O século XIX foi o século das missões modernas e os congregacionais tiveram um papel importante nesse período:
A última década do século XVIII abriu a era do empreendimento missionário moderno. Os congregacionais da Sociedade Missionária de Londres, fundada apenas três anos depois da Sociedade Batista de William Carey, enviaram uma quantidade impressionante de missionários pioneiros. Entre eles estavam Johannes van der Kemp entre os kaffirs (na África do Sul), Robert Moffat na Bechuanalândia (atual Botswana), seu famoso genro David Livingstone na África Central, Robert Morrison e John Griffith na China e John Williams para os mares do Sul. Estes foram sucessores dignos do missionário congregacional pioneiro, John Eliot, que se juntou aos Pais Peregrinos na América em 1631. Ele tem sido chamado de “Pai das Missões Modernas” e foi o primeiro a traduzir as Escrituras em uma língua pagã com a finalidade do trabalho missionário.
Nesta onda missionária, o médico, pastor e missionário escocês Robert Reid Kalley aportou no Rio de Janeiro, no dia 9 de Abril de 1855. Seu intuito era evangelizar os brasileiros. Nós somos frutos do seu trabalho.
O Congregacionalismo Brasileiro
- O início do congregacionalismo brasileiro

Dr. Robert R. Kalley
Após sua chegada ao Brasil, o casal Kalley decidiu então se radicar em Petrópolis, cidade que tinha uma grande presença da nobreza do Império e um bom número de imigrantes alemães. Lá encontraram uma propriedade chamada Gernheim onde iriam habitar mais tarde – a partir de outubro de 1855 – e onde foi realizada a primeira escola bíblica dominical em 19 de agosto de 1855. Este episódio é reconhecido como o início do trabalho congregacional no Brasil.
Houve perseguições no início do ministério de Kalley no Brasil, manifestadas em represálias aos seus colaboradores. O madeirense Manuel Fernandes foi preso em Petrópolis por não ter licença para vender livros e Francisco da Gama foi obrigado a fechar uma escola bíblica que começara em sua casa devido à oposição por parte dos vizinhos. Apesar disso, o trabalho ia crescendo e, em 1857, Kalley batizou José Pereira de Souza Louro, um português que foi o primeiro a ser batizado por ele no Brasil. O primeiro brasileiro a ser batizado foi Pedro Nolasco de Andrade em 11 de julho de 1858, data da fundação da Igreja Evangélica Fluminense. Esta igreja foi a primeira igreja genuinamente brasileira organizada.
Os resultados da evangelização entre os brasileiros começaram a ser percebidos. A forte ênfase na doutrina do sacerdócio universal de todos os crentes fazia com que cada um que aderisse à causa de Kalley se tornasse um missionário. Neste ímpeto, mais dois brasileiros foram batizados em janeiro de 1859 e duas senhoras da corte se preparavam para fazer o mesmo em Petrópolis no mês seguinte. A cúpula católica sentiu a perda das nobres e iniciou ferrenha perseguição contra o Dr. Kalley. Proibiram-lhe o exercício da medicina e fizeram chegar às suas mãos um documento que exigia a sua saída de Petrópolis e a cessação da “propaganda protestante”. À essas formas de oposição Kalley respondeu de maneira racional e decisiva, conseguindo sair da situação fortalecido.
Apesar disso, vários crentes foram presos. Neste período de sofrimento intenso, o exemplo de pacifismo demonstrado pelos colaboradores de Kalley é notório. Enquanto a perseguição se desenrolava, o Doutor buscava garantir os direitos legais que havia conquistado, e desta forma, assegurar que a obra poderia prosseguir sem maiores contratempos. Foi nessa época de dificuldades que houve o lançamento do primeiro exemplar de Salmos e Hinos, em 17 de novembro de 1861.
A Igreja Evangélica Fluminense, estabelecida em 11 de julho de 1858, não possuiu organização formal até o final de 1861, quando Kalley instituiu a primeira forma de organização da igreja. Até então não havia assembleias, atas ou corpo de oficiais. Todas as decisões cabiam ao Dr. Kalley. Visando preparar a igreja para sua partida, ele começou a introduzir novos aspectos organizacionais. Primeiramente, optou-se pelo governo congregacionalista. Em 1862, as reuniões começaram a ser registradas em livros de atas. Em agosto do mesmo ano foram escolhidos quatro presbíteros. O próprio Kalley só foi oficialmente eleito pastor da igreja que fundara em1863. A eleição de diáconos somente acontece em 1864.

I. E. Pernambucana
O trabalho não se limitava ao Rio de Janeiro e a Petrópolis. A esta altura já estava presente em Niterói, pelos cultos na casa de Patrocínio Antônio Dias, membro da Igreja Evangélica Fluminense, iniciados em 1863, e em Pernambuco, na cidade do Recife, onde o trabalho teve inicio em 1868, com o diácono Manuel José da Silva Viana. Nesta cidade foi fundada uma igreja pelo Dr. Kalley em 1873.
Nos últimos anos de ministério no Brasil, Kalley trabalhou intensamente para deixar formada a liderança que o sucederia. Em 1871, enviou o jovem João Manuel Gonçalves dos Santos para se preparar para o ministério no Pastor’s College, dirigido pelo conhecido pastor inglês Charles H. Spurgeon.
Durante os últimos meses de preparação de João Manuel na Inglaterra, Kalley começa a elaborar o que hoje são os “28 Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo”. A versão atual deste documento foi assinada por todos os membros e oficiais da Igreja Evangélica Fluminense na última reunião dirigida por Kalley, em 2 de julho de 1876. Os 28 artigos são aceitos por todas as igrejas congregacionais do ramo kalleyano.
Depois da partida em definitivo do Dr. Kalley do Brasil, a obra evangélica por ele iniciada prosseguiu sob a direção de diversos líderes em diversas frentes. A Igreja Fluminense ficou sob a liderança do Rev. João Manuel Gonçalves dos Santos, que havia sido eleito pastor daquela igreja em 31 de dezembro de 1875. Foi fundada a Sociedade de Evangelização do Rio de Janeiro. O primeiro obreiro da Sociedade foi o Rev. Salomão Ginsburg, que, posteriormente se tornou conhecido missionário batista.
Durante o período que compreende entre a partida dos Kalley até a formação da primeira convenção, algumas igrejas foram fundadas fruto da obra das duas primeiras igrejas kalleyanas e das duas missões citadas anteriormente. Apesar de haver grande amizade e cooperação entre estas igrejas, não se pensou na criação de um organismo denominacional. Isto fez com que diversos obreiros migrassem para outras denominações. William Pitt se tornou presbiteriano, Salomão Ginsburg, batista, e Henry McCall também se tornou presbiteriano.
No período entre 1913 e 1969, as igrejas congregacionais passaram por diversas mudanças em suas associações denominacionais. Como já foi dito anteriormente, muitos trabalhos que se iniciaram a partir das iniciativas de Kalley passaram para outras “placas”. Outros movimentos evangélicos experimentavam grande crescimento devido à colaboração entre as igrejas e a ajuda, principalmente financeira, por parte das suas organizações “mães” estrangeiras. Em 1900, quarenta e cinco anos depois de iniciado o trabalho de Kalley no Brasil, havia quatro igrejas formadas: Fluminense, Pernambucana, Passa Três e Niterói. Ligadas a estas igrejas estavam os obreiros da Sociedade de Evangelização do Rio de Janeiro (posteriormente chamada de Missão Evangelizadora do Brasil e Portugal) e os da Help for Brazil Mission. Neste contexto de cooperação das igrejas, porém de forma não organizada, surgem as figuras de Alexander Telford e Francisco Antônio de Sousa, os mentores da primeira associação de igrejas kalleyanas.
Em 6 de julho de 1913 foi instalada a primeira Convenção das Igrejas Indenominacionais na sede da Igreja Fluminense, estando representadas 13 igrejas: Fluminense, Pernambucana, Passa Três, Niterói, Caçador, Encantado, Paracambi, Vitória do Santo Antão, Jaboatão, Monte Alegre, Paranaguá, Paulistana e Santista. As igrejas de Portugal não puderam se fazer representadas. “O Cristão”, a partir de 1914, passou a ser o órgão oficial da recém-fundada entidade. Em março do mesmo ano foi fundado o Seminário da União das Igrejas Indenominacionais no Brasil. Para o Rev. Francisco de Sousa, a existência de uma educação teológica comum produziria unidade entre as igrejas congregacionais.
Após a primeira convenção, a grande questão girava em torno do nome da entidade. A denominação adotou, até a fusão com a Igreja Cristã Evangélica, nove nomes diferentes. Havia uma grande resistência à nomenclatura “congregacional”, mas isso não significa que as igrejas não se reconheciam como sendo de regime congregacionalista. Todos os líderes tinham consciência de que o sistema de governo adotado nas suas igrejas era congregacional, mas se evitava uma identificação com o movimento estrangeiro. Aos poucos a resistência ao uso do nome congregacional foi sendo quebrada. Dos nove nomes adotados, três excluíam o termo “congregacionais” os demais empregavam esta nomenclatura.
Em1942, Aentão União das Igrejas Evangélicas do Brasil se uniu à Igreja Cristã Evangélica do Brasil (ICEB), dando origem à União das Igrejas Evangélicas Congregacionais e Cristãs do Brasil (UIECCB). A Igreja Cristã Evangélica tem suas raízes ligadas a missão chamada South American Evangelization, que iniciou o trabalho que deu origem as igrejas Cristãs Evangélicas, contando com a participação de obreiros notáveis como o Dr. James Fanstone Jr, filho do Rev. Fanstone da Igreja Pernambucana e fundador do Hospital Evangélico Goiano, e Wesley Archibald. Durante o período de união com as igrejas cristãs evangélicas, foi fundado o Instituto Bíblico da Pedra por Oliver e Dorothea Thomson, missionários da U.E.S.A., que, posteriormente, se uniu ao Seminário Evangélico Congregacional.
Em1968 a UIECCB é dissolvida dando origem a Igreja Cristã Evangélica do Brasil e a Igreja Evangélica Congregacional do Brasil que logo depois adota o nome de União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB). A participação dos pastores Salustiano Pereira César e Manuel da Silveira Porto Filho é notável nesta fase. A UIECB foi organizada com 177 igrejas divididas em regiões administrativas.
Surgiram outras associações de igrejas congregacionais do ramo kalleyano:
- Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB) – 1967.
- Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais Brasileiras (AIECB) – 1974.
- Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais Conservadoras do Brasil (AIECCB) – 1998.
- Igreja Congregacional Kalleyana – 2008.
Há ainda muitas igrejas congregacionais que não são filiadas a nenhuma associação de igrejas. Desde 1998, esta é a condição da Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá, quando, juntamente com sua igreja mãe, se desvinculou da UIECB.
História da Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá
Toda esta história que começa com Jesus Cristo na Palestina do século I d.C. chega aqui em Itajubá neste exato momento. Deus conduziu a Sua igreja de modo que o evangelho chegasse até nós e aqui também produzisse uma comunidade de Filhos de Deus, fruto da Reforma do século XVI, do congregacionalismo puritano, do movimento missionário de Kalley e de tantos outros esforços importantes de pessoas que buscaram ser fiéis a Deus. Não queremos ser saudosistas, mas queremos aprender da história, buscando nela encorajamento para prosseguir e também maneiras de melhorar o nosso serviço a Deus.
O início da Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá remonta o ano de 1987, quando um pequeno grupo de irmãos começou a reunir-se em suas próprias casas para estudo bíblico e oração. Este grupo foi adotado pela Igreja Evangélica Congregacional Atibaiense (IECA) em 1988 e passou a ser uma congregação dessa igreja. Nesta época, a congregação contou com a contribuição de diversos irmãos, dentre eles os pastores Átila da Silva e Abdênago Lisboa Junior, e também com visitas do Pr. Carlos Antonio Thomson Nogueira e outros obreiros da IECA.
Em 1989, a igreja começa a se reunir no seu primeiro “endereço” – a Associação de Moradores do Bairro São Vicente depois de alguns cultos feitos na Escola Estadual Major João Pereira. Neste mesmo ano o Pr. Luiz Carlos Corrêa Silveira assume o pastorado da congregação. A igreja ia crescendo e novas pessoas chegavam.
Em 1992, a IECI aluga as dependências de uma antiga fábrica na Rua Rodrigues Seabra, nº 86B, Bairro Morro Chic. Pouco tempo depois, no dia 25 de Abril de 1992, ocorre a organização da Igreja Evangélica Congregacional Itajubense. Ainda que a igreja permanecesse dependendo da IECA para a sua manutenção, esta é a data que marca oficialmente o início da IECI. A igreja toma corpo, agregando novas pessoas e realizando novas atividades de comunhão, ensino e assistência social.
A virada de 1997 para 1998 foi marcante para a jovem Igreja de Itajubá. No final de 1997 o Pr. Luiz Carlos se despede da Igreja e no dia 31 de Janeiro de 1998 o Pr. José Alves Cunha Júnior toma posse no pastorado da IECI. No dia 1 de Novembro de 1998 a IECI muda de endereço para um salão alugado situado à Avenida São Vicente de Paulo, nº 781, Bairro São Vicente. No fim deste ano a IECI contava com 41 membros. No dia 24 de Junho de 2001, a IECI decide comprar o lote da Rua Orlando Mohallen, onde atualmente é a sua sede própria.
A IECI passa por nova transição pastoral em 2003. No dia 13 de outubro de 2002, o Pr. José Alves comunicara a igreja que deixaria o ministério em Itajubá no final daquele ano. A IECA então, envia o Pr. Ary Antonio Teixeira Nogueira para assistir a IECI nos finais de semana. Ele toma posse no dia 18 de Janeiro de 2003 e permanece à frente da IECI até a posse do Pr. Denis. Durante este período, a IECI decidiu construir seu prédio próprio no terreno que havia comprado em 2001, na Rua Orlando Mohallen, nº 531, Bairro Medicina. E em Janeiro de 2004 iniciam-se as obras do novo prédio.
No dia 30 de Maio de 2004, o Pr. Denis Araújo de Oliveira toma posse como novo pastor da IECI, substituindo o Pr. Ary. A construção continua contando com envolvimento dos irmãos em fazer os blocos para que fossem levantadas as paredes do novo templo. Até que nos dias 18 e 19 de dezembro de 2004 a Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá realiza os primeiros cultos em sua propriedade, com muita gratidão a Deus pela vitória que Ele nos deu.
A igreja prossegue crescendo e se desenvolvendo. No dia 29 de Abril de 2006, a Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá se emancipa da Igreja Evangélica Congregacional Atibaiense. Sob a liderança do Pr. Denis, o novo templo recebe acabamento e a casa espiritual de Deus recebe o alimento espiritual para crescer. Até que nova transição pastoral acontece.
No final de 2008, o Pr. Denis anuncia à igreja sua mudança de ministério, dispondo-se ainda a colaborar na transição pastoral. Em março de 2009 o Pr. Lucas Rangel de Castro Soares visita a IECI pela primeira vez. No dia 10 de Maio de 2009, a IECI, reunida em Assembleia, elege o Pr. Lucas como seu novo pastor. No dia 15 de Agosto de 2009, o Pr. Lucas é ordenado e empossado pastor da IECI, assumindo a presidência da igreja no dia 11 de Outubro do mesmo ano.
Desde então, a IECI tem crescido em número de membros chegando, em meados de 2011 a 60 membros. No início de 2011, inicia-se o Ponto de Pregação em Brazópolis, sob a liderança dos irmãos Mauro Donizete de Sant’Anna e Dewel Lomônaco Braga Júnior, com a supervisão do Pr. Lucas. Nesta mesma época, a igreja conta com três irmãos na liderança: os presbíteros Abinadabe da Silva e Ricardo Alexandre de Souza e o Diácono Raimundo Medeirosda Silva. A IECI também dispõe do auxílio do Seminarista Henrique Alves Pereira junto aos jovens e adolescentes da igreja. Bucando se estruturar e cumprir uma visão bíblica acerca da igreja e o seu papel, a IECI caminha para a frente, enfrentado desafios e desfrutando do cuidado e das bênçãos de Deus. A Ele toda a glória!
Cronologia da Igreja Evangélica Congregacional de Itajubá
- 1987 – Primeiras reuniões nas casas
- 1988 – Se torna congregação da IECA
- 1989 – Reuniões no E. E. Major João Pereira
- 1989 – Primeiro endereço: Associação de Moradores do Bairro São Vicente
- 1989 – Chegada do Pr. Luiz Carlos
- 1992 – Mudança de sede para a Rua Dr. Rodrigues Seabra, nº 86B, Morro Chic
- 25/04/1992 – Organização Eclesiástica da IECI
- 31/01/1998 – Posse do Pr. José Alves
- 01/11/1998 – Mudança de sede para a Avenida São Vicente de Paulo, nº 781, São Vicente
- 24/06/2001 – A IECI decide comprar o lote da Rua Orlando Mohallen, s/n, quadra A, lote nº 1, Anhumas (local da atual sede) por R$ 21.500,00
- 18/01/2003 – Posse do Pr. Ary
- 31/01/2004 – Início da construção do templo atual
- 30/05/2004 – Posse do Pr. Denis
- 05/12/2004 – Mudança de sede para a Rua Orlando Mohallen, nº 531, Medicina
- 18 e 19/12/2004 – Primeiros Cultos no novo templo
- 29/04/2006 – Emancipação da IECI
- 15/08/2009 – Ordenação e posse do Pr. Lucas
- 11/10/2009 – Pr. Lucas assume a presidência da Igreja
Pastores titulares da IECI
- 1989 – 1997 – Rev. Luiz Carlos Corrêa Silveira
- 31/01/1998 – 31/12/2002 – Rev. José Alves Cunha Júnior
- 18/02/2003 – 30/05/2004 – Rev. Ary Antonio Teixeira Nogueira
- 30/05/2003 – 11/10/2009 – Rev. Denis Araújo de Oliveira
- 11/10/2009 – atualmente – Rev. Lucas Rangel de Castro Soares
Líderes da IECI desde 1992
- Abinadabe da Silva – Presbítero eleito
- Élder Martins Tumani – Presbítero em disponibilidade
- José Luciano dos Santos – Presbítero (atualmente não é membro da IECI)
- Livi Vieira de Souza – Líder em disponibilidade (membro licenciado)
- Mario Corrêa Cardoso Filho – Presbítero em disponibilidade
- Paulo de Souza – Líder em disponibilidade
- Raimundo Medeirosda Silva – Diácono eleito
- Ricardo Alexandre de Souza – Presbítero eleito











